
“Sinto que há uma estranha pressa no mundo.
Sinto que corro, que me estico.
Sinto as luzes.
E por mim passam carros... pelas ruas.
Sonho tão acordado que me assusto.
Barulho.
Lá fora tudo move... Tão perfeito.
Aqui dentro há o silêncio, mas propositado... barato.
Nevoeiro, névoa, neve, branco.
Sujo-me neste quarto e lá fora chove.
Dou dois passos e …
Deixo Pegadas…”
À velocidade que corre a nossa vida, muitas das vezes não guardamos momentos para parar e celebrar as pequenas grandes coisas que a vida nos proporciona, somos como que impelidos a colidir uns com os outros, sem muitas das vezes nos darmos conta de quem é esse alguém que nos rodeia. Somos como que forçados a olhar para aqueles que nos rodeiam e acompanham a nossa caminhada, nos auxiliam nos momentos que necessitamos e nos ensinam e ajudam a crescer apenas com a sua simples presença, sem nunca lhes darmos o devido valor. Todos eles nos ensinam algo mas, por vezes, nem a todos deixamos o devido olhar, o devido agradecimento, ficamos como que à sombra do nosso olhar. Realmente, muitas das vezes vivemos à sombra do nosso olhar, das nossas acções, das nossas vontades.
Muitos de nós questionamos decisões por nos tomadas. Serão as decisões certas?! Serão as erradas?! Todos nós cremos e acreditamos vivamente que não existem fórmulas certas para nada.
Caminhar é uma viagem que cada um de nós empreende e que nos irá levar a algum lado – todos esperamos tornar-nos pessoas melhores e mais aptas para fazer face às exigências da vida. Decisões…Todas as decisões que se tomam nunca são fáceis nem são tomadas de ânimo leve. Todos nós em determinado momento da vida somos forçados a optar. Optar nunca é fácil, no entanto, fazer opções é fazer caminhar.
Caminhar é uma viagem que cada um de nós empreende e que nos irá levar a algum lado – todos esperamos tornar-nos pessoas melhores e mais aptas para fazer face às exigências da vida. Decisões…Todas as decisões que se tomam nunca são fáceis nem são tomadas de ânimo leve. Todos nós em determinado momento da vida somos forçados a optar. Optar nunca é fácil, no entanto, fazer opções é fazer caminhar.
Todos nós crescemos mais um pouco à medida que fazemos opções na nossa vida. Cada actividade que se desenvolve e planeia é uma pequena “luta” que se trava com as adversidades que se nos apresentam – são pequenas viagens que são realizadas, são vitorias perseguidas…
“Há tesouros por toda a parte…”. Em abono da verdade, é a mais pura das realidades; por toda a parte, a todo o momento, em todas as ocasiões, por mais escolhos que se te deparem, existem milhares de tesouros à espera que tu os descubras, desde que estejas disposto a empreender a tua viagem…
Há uma grande incerteza quanto ao futuro. Não por não sabermos o que fazer, mas sobre o rumo que as coisas tomarão após as nossas decisões. O momento de "resolver as coisas" talvez tenha chegado mais cedo do que o esperado. Há uma certa expectativa em relação à nossa própria vida que vem das pessoas que nos cercam, que nos amam. Sabemos o quanto se preocupam. Sabemos as que duvidam, as que acreditam em nós de olhos fechados, e isso conforta-nos bem mais do que possamos imaginar. Algumas delas, tão sensatas e confiantes, fazem com que criemos em nós uma responsabilidade incomum, porque não queremos decepcioná-las. Estiveram connosco durante todo o tempo, acompanharam os nossos momentos de resistência, e os poucos em que vibramos com a descoberta de possibilidades que agora já se transformaram em verdadeiros projectos de vida. Não queremos decepcionar, escolher menos do que sabemos que somos capazes de realizar. Sentimos que vamos acabando por construir um mundo novo quando esses planos, alguns um pouco mais, sonhos mesmo, se tornarem realidade. Às vezes, algumas coisas fazem-nos vacilar e ficamos a pensar que talvez seja melhor que nada se atravesse no nosso caminho agora, nem mesmo coisas que queremos muito.
O facto de se terem opções não quer dizer que as coisas estejam resolvidas. É preciso fazer uma escolha e não podemos deixá-la para mais tarde, não há mais como adiar. Tem um tom de irresponsabilidade que não é bem vindo neste momento da nossa vida, não agora.
No meu ver, não nos devemos acostumar a ideia de que as coisas tomam o rumo que devem tomar.
Acreditemos que somos mais responsáveis do que imaginamos pelas coisas que vivemos e, sobretudo, pelas que vamos viver.
Ja devem ter percebido que estou numa fase em que preciso, tenho e devo optar! Ajoelham-se perante mim varias opcoes...tenho que reflectir bem..nao no que mais gosto, mas no que sera melhor....nao so para mim! Se ate hoje tivesse feito todas as minhas escolhas tendo em vista apenas o meu bem, os meus gostos e a minha felicidade individual, hoje nao era tao feliz!
E por isso.."Senhor, Senhor que queres que eu faca?"