Tanto que já não sinto...

Dói tanto que...

Mas há a Luz, sempre houve a Luz. e sempre assim o será....
Tudo o resto passa, a Luz jamais passará!
As coisas vulgares da vida não deixam saudade, Só as lembranças que doem ou fazem sorrir.
Mas há a Luz, sempre houve a Luz. e sempre assim o será....
Tudo o resto passa, a Luz jamais passará!
“Era melhor teres vindo à mesma hora – disse a raposa [ao
principezinho]. Se
vieres, por exemplo, às quatro horas, às três, já eu
começo a ser feliz. E quanto mais perto for da hora, mais feliz me sentirei. Às
quatro em ponto já hei-de estar toda agitada e inquieta: é o preço da
felicidade! Mas se chegares a uma hora qualquer, eu nunca saberei a que horas é
que hei-de começar a arranjar o meu coração, a vesti-lo, a pô-lo bonito… São
precisos rituais.”
(ANTOINE DE SAINT-EXUPÉRY: O Principezinho, Edit.
Caravela, p. 70)
“É Carnaval, ninguém leva a mal.” Mas eu levo a mal que alguém se aproveite das ocasiões para sorrateiramente se impor,
dizer mal ou deitar abaixo. Uma coisa é o humor, outra a humilhação, outra ainda a falta de pudor. Se aproveitássemos o Carnaval para rir de nós próprios, e não para pôr os outros a ridículo, estaríamos a vivê-lo de uma forma mais sã."Existem máscaras que nos impomos e máscaras que outros nos impõem.
"Porque tu és a grande segurança,
o grande seguro do inseguro.Este salto no vazio escuro da féé muito dificil e supõe confiança cega!"(Pedro Arrupe)
"O tempo desliza veloz, se não o aproveitamos bem, muito perdemos porque o tempo é um valor que nos deve alcançar a eternidade feliz". Lisboa, 1995
"Está tudo bem, Rita?" - pergunta.
"Sim, sim tudo bem..." - respondo.
"Hum.. estás bem, ou fazes para estar bem?" - pergunta.
"Faz-se para estar bem!" - respondo.